quinta-feira, 15 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
ESTUDO 2 - A FORMAÇÃO DO POVO DE DEUS
ESTUDO 2.1 - ÊXODO
O ÊXODO significa saída e é o
segundo livro da Bíblia e do Pentateuco. Este fato histórico ocorreu por volta de 1250 a.C.
CONTEÚDO
E DIVISÃO
Pode dividir-se o seu conteúdo do seguinte modo:
I. “Opressão” e “Libertação” dos filhos de Israel no Egito. Este é o tema fundamental de 1,1-15,21. Nesta seção merecem especial relevo as peripécias no Egito (1,1-7,8), como um povo que nasce no sofrimento. Seguem-se as pragas (7,8-12,32), como meio violento de libertação.
II. Caminhada pelo deserto (15,22-18,27) do
povo, agora livre do Egito.
III. Aliança do Sinai (19,1-24,18).
Esta aliança é o encontro criacional ou fundacional de Javé com os
“israelitas”, em que o Senhor se dá a si mesmo ao homem e restitui cada homem a
si mesmo, e em que o homem aceita a dádiva pessoal de Deus e se aceita a si
mesmo como dom de Deus com tudo o mais que lhe é dado: a natureza, a razão, a
Lei, a História, o mundo. Por sua vez, a dádiva e a sua aceitação também
reclamam dádiva mútua e, portanto, responsabilidade. O pecado surge como
possibilidade da liberdade humana; mas Deus pode sempre recomeçar tudo de novo.
IV. Código sacerdotal, com especial
relevo para a construção do santuário (25,1-31,18). A execução do mesmo vai ser
revelada em 35,1-40,33, com a correspondente organização do culto. Esta
narrativa está encerrada numa inclusão significativa: 40,34-38 descreve a
descida do Senhor sobre o santuário com as mesmas características (nuvem,
glória, fogo) com que 24,12-15 a descreveu a descida do Senhor sobre o Sinai,
mostrando, assim, que o santuário assumiu o papel do Sinai como lugar da manifestação
de Deus. É a presença da ideologia sacerdotal (conhecida por fonte P), que
projeta retrospectivamente no Sinai a imagem do segundo templo, do seu
sacerdócio e do seu culto – em suma, o ideal da comunidade judaica pós-exílica
(ver VI).
V. Renovação da Aliança do Sinai, relatada em
32,1-34,35.
VI. Código sacerdotal (35,1-40,38):
execução das obras relativas ao santuário (ver IV).
O texto normativo
do livro do ÊXODO é sobretudo um entrançado de peças narrativas e legislativas.
Nestas últimas, destacam-se o “Decálogo” propriamente dito (20,1-17) e os
chamados “Código da aliança” (20,22-23,19) e “Decálogo ritual” (34,12-26). São
as Leis dadas por Deus, mas formulada pelo homem a partir da razão e da
experiência.
AUTOR
A antiga tradição judaica, tal como a antiga
tradição cristã, atribuem a Moisés a autoria de todo o Pentateuco e, por isso,
também do livro do ÊXODO.
GÉNERO
LITERÁRIO
O tecido literário deste livro resulta em parte da
acostagem horizontal de temáticas por via redacional (“teoria fragmentária”),
mas fundamentalmente da complexidade dinâmica da vida de múltiplos grupos cujas
experiências no terreno vão sendo recolhidas e integradas em contextos
ideológicos mais amplos.
LEITURA
CRISTÃ E TEOLOGIA
O acontecimento do Êxodo relata a libertação de
Israel do Egito pelo Senhor, que faz com esse povo uma Aliança. Tal acontecimento
fundador foi objeto de várias releituras, já dentro da própria Bíblia, pois
toda a teologia e espiritualidade do povo de Israel ficou profundamente marcada
por ela. Assim, o Segundo e Terceiro Isaías vêem a libertação de Judá do
domínio da Babilônia como um novo Êxodo.
Os primeiros
discípulos de Jesus e as primeiras comunidades cristãs, que eram de origem
judaica, viram na doutrina de Jesus um “êxodo” novo e definitivo (Lc 4,16-21);
e, na sua pessoa, o verdadeiro libertador, à vista do qual o próprio Moisés era
simples figura, e a Lei do Sinai mero pedagogo para conduzir o povo até ao
verdadeiro Mestre, que é Cristo (Gl 3,24). O Novo Testamento apresenta Moisés
como muito inferior a Jesus, que veio trazer a nova Lei (Mt 5,17-48). A Carta
aos Hebreus chega mesmo a dizer que Moisés já considerava os opróbrios por
Cristo superiores aos tesouros do Egito, seguindo em frente com firmeza, «como
se contemplasse o Invisível» (Heb 11,27).
PALAVRA DO IRMÃO...
Verdade ou mito? Esta é uma das histórias mais contadas e recontadas do Antigo Testamento e ainda gera muitas divergências de opiniões. Mesmo
que Deus explicasse as razões por tras deste grande acontecimento, em nossa
atual condição, nossa mente seria limitada demais para compreender a
imensidão de seu poder. Com certeza seriamos levados à
loucura! As sagradas escrituras nos
falam que aquilo que nos foi revelado nos pertence, mas aquilo que permanece
escondido só a Deus cabe. Poderia eu usar isto para sanar minhas inquietações?
Ou estaria eu simplesmente me acomodando em buscar a verdade e aceitando tudo,
sem me questionar se tal fato me é lícito ou não, já que a própria Bíblia diz
que muitos se perderão por falta de conhecimento? Até onde a busca por
conhecimento pode me beneficiar ou então me fazer parecer auto-suficiente a
ponto de achar que posso confrontar Deus?
Estes questionamentos nos
levam a um longo debate, numa tentativa de compreender os projetos de Deus. Mas
se não conseguimos compreender seus desígnios, como podemos nos atrever a
questioná-lo? Estas tentativas frustradas podem nos levar muitas vezes a
blasfemar e cometer um pecado, não moral, mas teológico, que consiste querer se
igualar a Deus para lhe pedir contas e julgá-lo.
Por fim, deixo vocês com este documentário que encontrei no You Tube. Onde a ciência confronta a Bíblia e tenta explicar os mistérios por trás do Êxodo. É interessante, pois você começa a analisar os diferentes pontos de vistas colocados. Mas o importante é estar com a base de sua fé firmada para não se deixar levar. Cabe a nós
somente obediência a Deus e usar o conhecimento por Ele dado para edificar
nossas vidas e a de nossos irmãos. Buscando assim trilhar um caminho nobre que
nos leve até o Criador. Amém!
Ir. Sullivan
terça-feira, 30 de outubro de 2012
ESTUDO 1 - A ORIGEM DO MAL
ESTUDO 1.11 - JOSÉ NO EGITO
LEITURA BÍBLICA: GÊNESIS
37 A 50
Durante a seca, que atingia toda a região,
Jacó envia seus filhos para comprar mantimento no Egito. Ao chegarem ao Egito,
encontram-se com José, mas não o reconhecem, porém José os reconhece, os trata
friamente, e especulando sobre suas origens, os acusa de serem espiões. Quando
José tem certeza de que são seus irmãos, os mantém presos por três dias,
liberando-os para levar comida a seus familiares sob a condição de que um deles
permanecesse no Egito, enquanto os demais traziam o irmão mais novo como prova
de que não eram espiões.
A história de José do Egito é um dos
relatos bíblicos de fé, fidelidade e superação mais marcantes, e é contada nas
igrejas em ministrações, escolas bíblicas ou em atividades infantis, como um
verdadeiro milagre.
Confira abaixo um resumo da história do homem
conhecido como “José do Egito”, que foi vendido pelos irmãos como escravo, foi
preso injustamente e através de um dom, alcançou o cargo de administrador de
uma nação.
A origem
José era o 11º filho de Jacó, mas se tornou o
seu preferido por ser o primeiro filho dele com Raquel. O amor de Jacó por
Raquel era tão grande, que ele trabalhou de graça para Labão, o pai dela, que o
trapaceou. Quando Jacó conheceu Raquel, que era sua prima, pediu sua mão em casamento,
mas Labão exigiu que ele trabalhasse por sete anos sem salários, antes que
pudesse se casar. Na noite do casamento, Labão entregou sua filha Léia, e disse
que se Jacó quisesse Raquel, teria que trabalhar por mais sete anos,
tarefa que foi cumprida por Jacó.
Os sonhos
Com dedicação, José conquistava seu pai,
porém, tanto destaque despertou a antipatia de seus irmãos, que se incomodavam
com a atenção que ele recebia. Após ter sonhado que estava no campo amarrando
feixes e os feixes amarrados por seus irmãos se curvavam perante seu o dele,
José incomodou novamente a seus irmãos. Em outro sonho, José contou aos
familiares que o sol, a lua e as estrelas se curvavam diante dele, o que
irritou não somente a seus
irmãos, mas também a seu pai, pois os sonhos de José transmitiam uma mensagem
de que ele seria o mais importante na família, algo inadmissível para um caçula
à época.
A rivalidade
Incomodados, os irmãos de José passaram a
chamá-lo de sonhador e tramaram sua morte, mas desistiram, e resolveram vendê-lo
a um mercador de escravos ismaelita, com quem cruzaram no caminho. Para Jacó,
levaram a túnica de José manchada de sangue, e falaram que ele havia sido morto
por um animal. Triste pelo acontecimento, Jacó lamentou profundamente a perda
de seu filho.
A cilada
No Egito, foi vendido para Potifar, que era
oficial e capitão da guarda do rei. Novamente, com esforço e dedicação,
tornou-se administrador da casa e dos demais escravos de Potifar e aprendeu o
idioma egípcio. Porém, a esposa de Potifar desejou seduzi-lo, mas diante da
recusa de José, ela passou a acusá-lo de tentativa de abuso, o que fez com que
José fosse preso.
A prisão
Enquanto esteve preso, José se relacionava
com os demais presos, e fez fama de intérprete de sonhos, ao mostrar o
significado dos sonhos de dois prisioneiros: o copeiro-chefe e o padeiro chefe
do palácio real, que estavam presos sob acusação de conspiração contra o rei.
Em determinado momento da história, o Faraó
teve um sonho em que sete vacas magras comiam sete vacas gordas e permaneciam
magras. Incomodado com o sonho, o Faraó convocou todos os sacerdotes do Egito,
porém nenhum deles soube interpretar seu sonho. O copeiro-chefe do palácio
real, que havia sido perdoado pelo Faraó, lembrou-se das interpretações de José
a respeito dos sonhos, e falou sobre o prisioneiro, que foi chamado e disse que
o sonho significava um período de fartura de sete anos, seguido de um período
de seca igualmente de sete anos, pelo qual o Egito passaria.
O Governador
O Faraó, satisfeito com a interpretação de
José, dá a ele um anel de seu dedo e o nomeia Governador do Egito. Com a
amizade construída com os demais prisioneiros durante o período em que esteve
na cadeia, José aprendeu bastante sobre a política do país, e sabia da divisão
existente no Egito, que era separado como baixo Egito e alto Egito, tendo dois
governantes.
José ordena a construção de celeiros para
armazenar os alimentos produzidos nos sete anos de fartura, e nos sete anos
seguintes de seca, José passa a vender os alimentos a valores altíssimos para o
alto Egito, conquistando assim, riquezas suficientes para comprar quase que a
totalidade do território do alto Egito, e entregar a seu Faraó, um território
muito maior ao final dos catorze anos.
O reencontro com a
família
Durante a seca, que atingia toda a região,
Jacó envia seus filhos para comprar mantimento no Egito. Ao chegarem ao Egito,
encontram-se com José, mas não o reconhecem, porém José os reconhece, os trata
friamente, e especulando sobre suas origens, os acusa de serem espiões. Quando
José tem certeza de que são seus irmãos, os mantém presos por três dias,
liberando-os para levar comida a seus familiares sob a condição de que um deles
permanecesse no Egito, enquanto os demais traziam o irmão mais novo como prova
de que não eram espiões.
José porém, mandou entregar os mantimentos
comprados por seus irmãos e sem que eles soubessem, mandou também colocar o
dinheiro deles de volta em seus pertences. Ao relatarem tudo que havia
acontecido a seu pai, temeram, e após muita discussão entre eles, resolveram
voltar com Benjamin, o filho mais novo.
Ao chegarem ao Egito, encontraram José e se
curvaram a ele, que os questionou sobre a saúde de seu pai. José então, tomado
pela emoção ao ver Benjamin, filho de sua mãe, se escondeu para chorar. Depois,
durante uma farta refeição, se alegraram.
José porém, mandou plantar novamente dinheiro
e bens nos pertences de seus irmãos, e quando eles tinham saído, mandou guardas
atrás deles, questionando-os por que pagavam bem com mal. Ao serem levados à
presença de José, ele se revelou, dizendo ser ele o irmão que havia sido
vendido como escravo. A seus irmãos, disse também que o fato de eles o terem
vendido era plano de Deus, e pediu que avisassem a seu pai que ele estava vivo
e bem sucedido, e queria vê-lo.
Ao saber sobre José, seu pai ofereceu
sacrifícios a Deus e foi ao Egito encontrá-lo. Ao se reencontrarem, José chorou
abraçado a seu pai, que sentia-se realizado por ter reencontrado se
filho. Após o reencontro, José deu à sua família uma propriedade em uma das
melhores localizações do Egito e lá trabalharam e viveram.
Ir. Sullivan
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
COMEMORAÇÃO AO 4° ANIVERSÁRIO DA IGREJA NOVA VIDA (INV): VEJA COMO FOI...
Foram três dias marcados por salvação,
libertação, palavra e muito louvor. Assim defino a comemoração
ao Aniversário de quatro anos da Igreja Nova Vida.
Pessoas aceitaram a Jesus e
reconciliações aconteceram tudo porque Deus é fiel a sua palavra. Deus
tem um bom plano para a vida do homem, somente é necessário aceita-lo e
deixar que Ele guie os seus passos. Ele é o único e suficiente salvado, o
caminho a verdade e a vida e ninguém irá ao Pai (Deus) a não ser por
Jesus. Não existe outro caminho além deste, passe pela cruz do Senhor e
seja livre.
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sábado, 6 de outubro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
3º SHOW DE TALENTOS - IGREJA NOVA VIDA! VEM AÍ...
Link para download do regulamento: http://www.mediafire.com/view/?5a78lj1cektb1ra
Link para download da ficha de inscrição: http://www.mediafire.com/view/?wtpachge5qd0q5p
Sede
da Igreja Nova Vida: Avenida Beira-Mar, nº 490, Sala 203, Sousa Center (próximo
à REFESA), Centro - São Luís - MA
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