Mostrando postagens com marcador HOMOSSEXUALIDADE E BÍBLIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador HOMOSSEXUALIDADE E BÍBLIA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Estudo sobre Homossexualidade e Bíblia.


Alguns em nossa época insinuam que a Bíblia é ambígua com relação à questão homossexual. O cristão verdadeiro não gosta de se envolver em discussões, porém o que há para discutir? A Bíblia não é suficientemente clara? Essas e outras questões serão debatidas em um estudo especial a ser realizado na Igreja Nova Vida. 

Contamos com sua presença neste Sábado, às 19:00 hrs.

Av. Beira-Mar, 490 - Sala 300

Ed. Sousa Center - Centro
(Próximo da Refesa - Ao lado do posto Texaco).

Visitem nossa página no facebook: 
http://www.facebook.com/inv.novavida

terça-feira, 23 de abril de 2013

O Mesmo Amor: documentário discute polêmicas em torno das igrejas inclusivas e apresenta depoimentos de evangélicos gays; Assista na íntegra.

As polêmicas com movimentos homossexuais não se resumem ao discurso antagônico que igrejas e ativistas sustentam. Há no cristianismo uma vertente relativamente nova identificada pelo rótulo “teologia inclusiva”, e que prega a aceitação da homossexualidade como uma condição irrelevante em termos eclesiásticos, o que contraria o senso comum na maioria das igrejas evangélicas.
No Brasil, começam surgir inúmeras igrejas inclusivas que acolhem homossexuais sem exigir ou incentivar o abandono da prática homossexual. O caso mais famoso é o da pastora Lana Holder, que após testemunhar a libertação da homossexualidade, voltou atrás e se assumiu lésbica, fundando a Comunidade Cidade de Refúgio.
Parte desse movimento inclusivo, a Igreja Cristã do Evangelho Para Todos foi tema de um documentário intitulado O Mesmo Amor, em que a produtora FireHouse Media colheu depoimentos de pastores, obreiros, membros e frequentadores da denominação, que é inclusiva.
Há no documentário também o depoimento do pastor Joide Miranda, ex-travesti que abandonou a prática homossexual, se casou com uma mulher e agora é pai. Joide ficou nacionalmente conhecido ao participar dos programas de TV do pastor Silas Malafaia, tido como inimigo pelos ativistas gays.
Na sinopse do documentário O Mesmo Amor, o projeto é definido como “um retrato da relação de homossexuais com a religião a partir da história de vida de personagens que encontraram, dentro de um ambiente religioso que acolhe a diversidade, conforto e realização com a própria fé”. Implicitamente, o roteiro elaborado por Paulo do Valle, Ligia Dumit, Luiza Judice e Mariane Galacini enaltece a iniciativa dos fundadores da igreja inclusiva Para Todos.
O filme apresenta entre outros depoimentos, a história de um casal de lésbicas que abandonaram seus casamentos convencionais para viverem juntas, e afirmam que terem descoberto a igreja inclusiva complementou seu relacionamento.

Confira no vídeo abaixo, o documentário O Mesmo Amor na íntegra:


Visite o site: http://www.igrejaparatodos.org/

quinta-feira, 18 de abril de 2013

SEM PRECONCEITO!

 A nossa resposta ao preconceito é abrir igrejas inclusivas mostrando que pessoas podem ser aceitas e felizes, Paulo Mendonça, pastor da Igreja Nova Vida, em matéria publicada no jornal O Imparcial, neste último Domingo14/04/13.

Pastor Paulo Medonça busca explicar aos seguidores que a palavra de Deus é inclusiva e não preconceituosa.

Os olhares desconfiados, os questionamentos, a insistência para ‘mudar’ e o preconceito. Situações que levaram um grupo de homossexuais a criar espaços próprios para exercer sua religiosidade. Com isso, São Luís ganhou três templos gays – como os próprios denominam. Nestes locais, os grupos louvam a Deus e podem ser quem são, segundo defendem, e sem o que consideram interferências ou curiosidade exacerbada, o que os incomodava. Os templos existem há mais de 10 anos, no entanto, são pouco conhecidos e divulgados. São as auto-denominadas igrejas inclusivas – frequentada pela comunidade GLBT, mas aberta a todo cidadão.

A igreja segue uma filosofia em que não tratam e nem vêem a homossexualidade como doença a ser curada. A Comunidade Cristã Nova Esperança, localizada no Monte Castelo, foi a primeira igreja gay a ser aberta na capital; o templo Chamado de Última Hora, no Cohatrac, possui mais de cinco anos de criação; e a igreja Nova Vida, na Beira Mar, próximo à Reffsa, completou cinco anos de atividades.

A reportagem de O Imparcial visitou o templo Nova Vida e conversou com o pastor Paulo Medonça. Ele conta ter frequentado uma congregação evangélica por três anos. “Eu tinha um incômodo com os gays porque eles eram livres e eu não podia ser, pois precisava ter um tipo de comportamento dentro da congregação”, relata. Paulo chegou a exercer as funções de professor e conselheiro. Segundo ele, o tratamento começou a mudar quando ele iniciou um relacionamento com outro membro da igreja, chegando ao conhecimento de todos.

“A partir daí eu senti que me viam de outra forma. Desconfortável, eu me afastei das funções que assumia na igreja e, com o passar do tempo, eles me excluíram”, afirmou. Mas, para ele, o que poderia ser motivo de tristeza ou decepção, se transformou em motivação para seguir em frente e construir “uma obra”. “Se isso não tivesse acontecido naquele momento, eu não faria algo maior que Deus tinha guardado para mim”, diz ele, se referindo ao templo que hoje coordena e às pessoas que vêm mobilizando para a evangelização.

A igreja Nova Vida nasceu da ideia de três amigos que queriam continuar louvando a Deus e praticando sua fé, mas não queriam ser alvo de preconceitos. Era uma pequena casa e os cultos, realizados com todos sentados no chão. Aos poucos, os amigos foram informados do templo e viram se tratar de um espaço apto para louvor, diz o pastor. Hoje, são cerca de 40 membros e funciona em uma sala no Edifício Sousa Center, na Beira Mar. Paulo Mendonça explica que o crescimento da Nova Vida é impulsionado, principalmente, pelo preconceito sofrido por este grupo e que expulsa os fieis gays, lésbicas, travestis e transexuais das igrejas. “A nossa resposta ao preconceito é abrir igrejas inclusivas, mostrando que todas as pessoas podem ser aceitas e felizes”, justifica.

O quadrinhista Sullivan Suad, de 29 anos, frequenta a Nova Vida desde o início e por um ano foi resistente a se unir ao grupo. “A curiosidade me trouxe e me manteve na igreja”, conta ele, que era católico pouco praticante. A maior barreira ele conseguiu romper: tem o conhecimento e apoio familiar.

A igreja, diz ele, foi o complemento que faltava para uma vida completa. “Participar do grupo e das atividades me fez ver que Deus veio para todos, que Deus ama a todos nós. Tenho consciência de quem eu sou, da minha fé e que estou no caminho que Deus preparou para mim”, disse ele. Além de frequentador, Sullivan colabora com sua arte de desenhista e auxilia na mobilização de mais membros, a fim de fortalecer a congregação.

Atividades
 
A Bíblia utilizada pelas igrejas inclusivas é a mesma do catolicismo e do protestantismo. Quando perguntado sobre as passagens da Bíblia que referem à homossexualidade, pastor Paulo explica que tais mensagens, por vezes, são colocadas aos fieis de maneira a prejudicar o homossexual. “O que vemos são as igrejas fazerem várias modificações na Bíblia com o intuito de acusar os homossexuais”, diz.

Ele ilustra, defendendo que “na Bíblia tem muitas mensagens que não são seguidas”. Pastor Paulo cita o Novo Testamente em uma das passagens de Coríntios 1:14, 32, onde diz que a mulher não pode se manifestar na igreja. “Mas, há muitas pastoras”. Justifica ainda com outra passagem que diz que o “homem não deve usar a navalha (fazer a barba)”.

Para desmistificar os ensinamentos que prejudicariam os gays, o pastor tem uma estratégia. “Temos um programa de estudos, quatro por mês, onde trabalhamos os textos isolados e tentamos explicar ao membro do grupo que a palavra de Deus é inclusiva e não preconceituosa”, argumenta.

Na congregação Nova Vida há, além dos cultos, os louvores, a adoração com banda de louvor, palestras, retiros espirituais, pregações e as ofertas e dízimo. “Fazemos tudo que qualquer igreja faz. O que queremos é pregar a palavra a todos. Deus disse: ‘vinde a mim todos, que eu vos aliviarei’, ou seja, todos. Ninguém é excluído ou impedido de professar sua fé”, reitera. A Nova Vida tem cultos quartas, sábados e domingos e dispõe do blog igrejanovavidaslz.blogspot.com, para quem quiser conhecer um pouco mais.

Entendimentos
 
Os homossexuais estão em todas as partes e são destaque na mídia, tendo nesta uma grande ferramenta para fazer valer seus direitos como qualquer ser humano, segundo observa a psicóloga Anamaria Batista Ferreira. “Não podem ser ignorados porque são parte dessa sociedade e, como reitero, com os mesmo direitos de qualquer cidadão”, diz.

Ela destaca os movimentos como as paradas gays e o surgimento de ongs específicas. Dessa forma, diz, a sociedade começa a despertar um sentimento de solidariedade com o movimento, transformando-se em simpatizante. “O que se deve pensar é que se forma uma corrente para a eliminação de todos os tipos de preconceitos, inclusive o de gênero”, pontua.

Considerando a questão propriamente religiosa, segundo a psicóloga, não há intenção de desfazer dos documentos e bases das religiões. “Mas, há que se pensar, conforme as próprias religiões pregam, que somos todos cristãos e sendo assim, temos fé e o direito de exercê-la”, conclui.

Em contrapartida a este movimento vertente do meio evangélico, há os cristãos e líderes que entendem que as igrejas inclusivas ignoram o evangelho que liberta e transforma o homem. Ou seja, para estes líderes, ocorre uma interpretação usual, onde os responsáveis pelas igrejas inclusivas tentam reinterpretar as declarações paulinas, aplicando-as aos dias atuais, onde a homossexualidade tornou-se já parte comum do cotidiano das grandes cidades.

Estudiosos, por sua vez, avaliam que este comportamento sexual vem de fatores psicossociais vividos na infância, até os cinco anos de idade, principalmente. “Estes estudos defendem que tais fatores acarretariam traumas e complexos, podendo levar o indivíduo a desenvolver o homossexualismo durante sua vida”, explica a psicóloga Anamaria Batista Ferreira.

Segundo o padre e coordenador da Pastoral da Arquidiocese de são Luís, Crizantonio da Conceição Silva, a Igreja Católica Apostólica Romana procura, acima de tudo, valorizar a pessoa humana. “Essa valorização independe da orientação sexual, partido político ou time de futebol, mas, o intuito é valorizar a pessoa”, reforça.

O padre cita o documento Homosexualitatis, escrito pelo papa João Paulo II, onde este afirmava que ‘a inclinação da pessoa ao homossexualismo, apesar de não ser em si mesma um pecado, constitui, toda via, uma tendência mais ou menos acentuada para um comportamento intrinsecamente mal, do ponto de vista moral, por este motivo, a própria inclinação deve ser considerada como objetivamente desordenada’. Diz ainda que ‘o ato sexual está a favor da vida e que a finalidade é procriação, e a relação sexual com o mesmo sexo vai contra a questão da vida’.

“O catolicismo orienta que homossexuais procurem uma vida voltada para a castidade e tentem se conter diante de seus prazeres, emoções e desejos carnais”, reitera. Lembra ainda as passagens bíblicas, livro que rege a religião católica, que condenam a prática.

O padre explica que as questões da homossexualidade vão levando o ser humano a uma prática desregrada do sexo e se apoia ainda no Catecismo da Igreja Católica, documento-base da Igreja. No número 2358, o Catecismo coloca o homossexualismo como uma provação na vida destas pessoas e que a igreja deve acolher com respeito e sem preconceito. “O Catecismo entende que os homossexuais também são convocados a levar a mensagem de Cristo como qualquer outra pessoa”, conclui. 


O Imparcial


.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Igrejas Inclusivas: Transexual estuda Teologia e quer se tornar a primeira reverenda do Brasil


  
As igrejas inclusivas, onde homossexuais, bissexuais e transexuais são aceitos de maneira aberta, tem crescido no Brasil de forma significativa.
No Brasil, atualmente existem aproximadamente 40 denominações com essa abordagem, sendo lideradas por homossexuais assumidos.
De acordo com informações do Yahoo!, a motivação dos fundadores dessas igrejas é oriunda de uma reação à rejeição do comportamento homossexual nas igrejas tradicionais.
O reverendo Nancy Wilson, líder da Igreja Cristã Metropolitana (ICM) afirma que os frequentadores das igrejas inclusivas não são apenas gays: “Hoje não só atraímos homossexuais como também quem diz: ‘Sou solidário a vocês na busca por mais compreensão religiosa’”.
Na ICM, a transexual Alexya Lucas Salvador afirma ter encontrado espaço para conviver e praticar sua fé: “Eu percebi que eu podia ter uma igreja onde podia ser eu mesma. [...] Me alegro por que posso dizer ‘venham, aqui tem uma casa para vocês’”, disse.
Alexya afirma estar estudando teologia para ser a primeira reverenda transexual do Brasil: “As igrejas cristãs vão ter de se abrir para a homossexualidade, para a transexualidade. Eu sei que eu não vou ver isso, mas estou fazendo parte deste processo”, acredita.
Uma das mais conhecidas igrejas inclusivas do Brasil é a Comunidade Cidade de Refúgio, fundada pela pastora Lana Holder.
A estratégia da denominação para atrair novos frequentadores se passa por reproduzir o ambiente que comumente é frequentado por seu público-alvo: as baladas.
Lana explica que nas festas “EletroGospel” realizadas na Cidade de Refúgio, bebidas alcoolicas não são permitidas: “O objetivo é que todos se divirtam com moderação. Somos cristãos e, portanto, contra qualquer promiscuidade”, pontua.
A expansão dessa modalidade de denominações tem preocupado a Igreja Católica, que assume postura abertamente contrária ao homossexualismo. Na visão de Bento XVI, a prática homossexual ameaça a família.
“Não há como negar a crise que ameaça a família em seus fundamentos – especialmente no mundo ocidental”, disse o Papa, ressaltando que o casamento entre homem e mulher é “o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana”.

Confira no vídeo abaixo, a reportagem do Yahoo! sobre o crescimento das igrejas inclusivas:
 

.

domingo, 22 de abril de 2012

IGREJA vs. HOMOSSEXUALIDADE

Deixo aqui um texto que encontrei num blog. De fato estou de acordo com algumas citações e verdades que o “ndesr” descreve.

Sou cristão e acredito em Deus puramente e em toda a plenitude que Ele é. Em contra-partida sou homossexual.


Durante a minha ligação profunda à Igreja aprendi que Deus é amor e vida. E era isso mesmo que me fascinava neste mundo, fascinava-me poder dar a vida a outra pessoa e receber vida dela. Realmente AMAVA e sentia-me feliz. Aprendi um grande mandamento da lei de Deus “Não matarás” era o mandamento que mais me batia no coração porque é no qual eu mais peco.

Mas agora faço a minha primeira pergunta: -se a Igreja defende tanto este, como todos os outros, mandamentos porque é que Ela própria não o aplica? Se virmos bem agora vem o porquê de referir anteriormente o facto de eu ser homossexual, porque é que a Igreja é tão contra os homossexuais? Não se lembram que estão a interferir na felicidade de seres humanos iguais a tantos outros? 

A Igreja mata por dia milhares de pessoas com esta estupidez, quantas pessoas se sentem mal consigo mesmas por saber que nem a sua própria religião os aceita? Eu próprio me neguei a mim mesmo e me inferiorizei, me matei muitas vezes para que conseguisse estar a par desta Igreja.
Em quem é que se baseiam para serem tão preconceituosos? Nos efeminados? Nos distúrbios sexuais, como por exemplo trocas de parceiro diariamente?

Até a mim isso me faz uma certa confusão, mas se formos a ver nos heterossexuais isso também se constata. Referirem negativamente esse facto, acho crucial, mas não coloquem os homossexuais nisso porque como nos heterossexuais também existem homossexuais com valores, com dignidade e respeito por eles próprios e pelos outros. Penso que a Igreja é uma das grandes causadoras de tanta homofobia na sociedade.

E queixam-se que existem muitos jovens a fugir da Igreja, penso que isto também não ajuda em nada, até mesmo pelo contrario. Porque nos heterossexuais falam do bem e do mal, mas nos homossexuais falam unicamente no mal e o bom?
Nós também temos, sabem?

Eu embora me expulsem da Igreja pelos comentários homofóbicos, continuo a AMAR esta Igreja e continuo a lutar pelo meu lugar, lugar esse que já deveria ser meu porque Deus, que eu saiba nunca discriminou ninguém. E para que saibam já está comprovado que nós já nascemos assim, que ninguém venha dizer que é uma opção porque não é se fosse eu não teria escolhido isto embora eu me ame muito como sou.

E se já nascemos assim é porque Ele assim quis. Será que não entendem? Deus é Amor, e o que é uma relação homossexual como uma relação heterossexual? É AMOR! Tenho pena que por vezes esta Igreja seja hipócrita ao ponto de julgar o que tem por debaixo do seu próprio tecto, e digo mais quem é quem para julgar quem quer que seja? Quem é quem para por em causa a felicidade do outro?  

O mundo seria bem melhor sem preconceitos.

Nós humanos é que somos tão limitados que se nos aparece alguma coisa de diferente, isso é logo algo de chacota e discriminação, mas isto já vem de traz com os soropositivos, que ainda hoje há muita discriminação, e ainda mais antigo no tempo de Cristo os leprosos, e que fez Jesus? Foi ter com eles e vocês agora o que fazem?
E aliás nós nem temos nenhuma doença, muito menos contagiosa, somos todos diferentes amigos.

Sei que os homossexuais também não têm lutado pelos seus Direitos da melhor forma, aliás no meu parecer é uma burrice enorme e de uma falta de consciência irem para a frente do papa fazerem aquele aparato todo, tive vergonha! NÃO É ASSIM QUE VAMOS CONSEGUIR O QUE QUER QUE SEJA!!!


Nós somos inteligentes, então temos de usar essa inteligência. E não é provocando quem nos discrimina que vamos conseguir algo, mas sim mostrando quem realmente somos e que somos pessoas como eles que amamos, que sofremos, e que só queremos ser felizes independentemente com quem.
Somos professores, médicos, enfermeiros, engenheiros etc., que contribuímos para esta sociedade como outra pessoa, nós não nos metemos na vida intima deles, porque é que têm de eles a meterem-se na nossa? Já se esqueceram do grande mandamento de Deus? “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”! Somos um já se esqueceram?

Eu AMO muito o meu Deus e AMO muito a minha Igreja, só estou a tentar lutar por Ela, porque Deus eu sei que está comigo SEMPRE.
 

Blogger news

Blogroll

About